terça-feira, junho 13, 2017

Amor nas nuvens


Acordei com o frio da janela aberta. Ao meu lado, um bilhete: " não sei como o fizeste mas volto mais tarde".
Foi apenas a razão a ser diminuída per uma força que junta duas almas, corpos e sorrisos.
Fechei a janela e olhei para o céu, cinzento, sorri. Questionei-me se merecia estar ali com o teu cheiro nos lençóis... No teu espaço, onde tu és tu e andas sempre bem. Ali estava eu a invadir o teu espaço porque quando uma alma sai do seu corpo e vive uns momentos com outro, entendendo-o, as forças do Universo param. 
Chegas e sorris, ao som de um jazz , dançamos sorrimos e depois... 
Depois levas-me ao aeroporto onde vou voar e contar a cada nuvem que tenho em mim um bocadinho de ti. 



Sou uma força da natureza, não tentes destruir - me...

2 comentários:

Odeio as almas estreitas, sem bálsamo e sem veneno, feitas sem nada de bondade e sem nada de maldade. Nietzsche
Debita aqui algum bálsamo.