sábado, julho 22, 2017

Também eu fui exibicionista

Agora amadureci e planeio melhor as coisas... Mas não parece, é de propósito.


Sou uma força da natureza, não tentes destruir - me...

sexta-feira, julho 21, 2017

La ventana

Sentada perto da janela, olho para s estrelas. Para a imagem ser perfeita , deveria ter um cigarro na mão mas eu não fumo. Imperfeita naquela noite fui conversar com as estrelas enquanto tu, farto de trabalhar me ias dando notícias...
Naquela casa não existia televisão, ia à net e nem por isso. Apenas velas.
O primeiro a chegar a casa, enchia a casa de banho de velas, para o outro tomar um belo banho. Havia tanta coisa em ti que não entendia mas amava como tudo!  
As nossas rotinas habituaram-se uma à outra. As nossas peles, os nossos movimentos, os nossos olhares... contigo tudo tinha solução e para ti, eu era a tua solução.
Foste muito amado. Antes e depois da janela.





Sou uma força da natureza, não tentes destruir - me...

Bom fim de semana

Sou uma força da natureza, não tentes destruir - me...

I belong...

Sou uma força da natureza, não tentes destruir - me...

terça-feira, julho 18, 2017

Do agir ao sentir

Vejo tantos carneiros a agirem contra o que sentem. 
Obrigada por me deixarem ser assim: do contra. 


 

Sou uma força da natureza, não tentes destruir - me...

Like you ... never

Sou uma força da natureza, não tentes destruir - me...

segunda-feira, julho 17, 2017

Apresentem-me donos e quem assistiu sem fazer nada

Apresentem-me as pessoas que assistiram a uma morte lenta de um pastor alemão e um labrador dentro de uma carrinha. Ninguém pegou numa pedra, num extintor para partir um vidro e molhar os animais.
Ninguém chamou um segurança, apenas apreciaram e criticaram os animais dos donos desses seres.
Malditos sejam. Nem 1cm de vidro aberto.

Graças à nova lei estão metidos em grandes sarilhos mas e os FDP que assistiram à morte dos animais?
Não são gente, certamente.
Que horror, tantas associações , tanta gente a encher garrafões cortados ao meio para os cães de rua beberem e estes palhaços  deixam dois cães de grande porte ao sol, fechados e com plateia.




Sou uma força da natureza, não tentes destruir - me...

Bom dia

Sou uma força da natureza, não tentes destruir - me...

sexta-feira, julho 14, 2017

terça-feira, julho 11, 2017

Vale a pena o amor

Quando, como eu e o Pinko, não nos lembramos sequer de celebrar um aniversário... Nem temos uma música... Porque o mundo não existia quando nos apaixonámos nem calendários.  
Soube de outro casal assim, vale a pena amar assim. 




Sou uma força da natureza, não tentes destruir - me...

Bom dia

Sou uma força da natureza, não tentes destruir - me...

segunda-feira, julho 10, 2017

Pedro Paixão

 (...)
O que era preciso era continuar. Continuar a mentir o mais perfeitamente, sem qualquer deslize, usando todos os recursos da imaginação, mas agora sem o antigo prazer de derrotar a realidade, antes uma angústia cada vez maior a crescer-lhe no peito, o que o obrigava a procurar a alívio nos químicos que minuciosamente doseava, porque nada devia transparecer na sua cara que o pudesse trair. Era preciso mentir sobre a mentira e continuar. Sentia-se esgotado, mas a paixão fazia-o continuar. Se não há uma verdadeira vida também não pode haver uma verdadeira morte. Se calhar teria sempre de continuar. Este pesadelo fê-lo estremecer e abrir os olhos que julgava abertos. Escurecera. Procurou o interruptor do candeeiro e uma luz azulada encheu o quarto. Que horas seriam? Ela não devia tardar.
Levantou-se de um pulo, abriu as torneira do duche, foi à cozinha buscar um copo de água e, de pé, engoliu quatro comprimidos. Ele ia aguentar. Nada era verdade. A água corria. Ele tinha de continuar.


“O que amamos está condenado a morrer. E, no entanto, continuamos como se o não soubéssemos.”
Súbita aflição, O mundo é tudo o que acontece



Sou uma força da natureza, não tentes destruir - me...

Quem se lembra?

Sou uma força da natureza, não tentes destruir - me...